LIVRETO CELEBRATIVO
SAGRAÇÃO EPISCOPAL
MONSENHOR MIGUEL PENELLI
CELEBRADA POR SUA SANTIDADE
PAPA JOÃO PAULO II
Basílica de São Pedro
09.01.25
Antes do inicio da celebração o que será ordenado, o celebrante, bem como o cerimoniário, devem analisar cada parte da celebração, seguindo as rubricas de maneira diligente e minuciosa.
A celebração de Ordenação Episcopal, só se inicia com a Bula de Nomeação, enviada pelo pontífice. Ou, caso a Bula de Nomeação não seja publicada, com a autorização do Núncio Apostólico.
Realize-se a Ordenação do Bispo com o maior concurso possível de fiéis, num domingo ou dia festivo, particularmente numa festa dos Apóstolos, a não ser que razões pastorais aconselhem outro dia. Excluem-se, contudo, o Tríduo Pascal, a Quarta-Feira de Cinzas, toda a Semana Santa e a Comemoração de Todos os Fiéis Defuntos.
Nas solenidades, nos domingos do Advento, da Quaresma e da Páscoa, nos dias dentro da oitava da Páscoa e nas festas dos Apóstolos, utiliza-se as orações, as leituras e a cor litúrgica do dia.
Além do bispo ordenante, é obrigatória a concelebração de outros dois bispos. Caso um destes bispos retire-se da celebração (e apenas restar 1 bispo co-sagrante); se não houver se iniciado o propósito do eleito, prossegue-se a celebração sem a ordenação; se já houver se iniciado o propósito do eleito, prossegue-se o rito de ordenação.
Ainda antes do inicio da celebração, o bispo ordenante informe aos leitores qual será a leitura, o salmo e o evangelho a ser lido.
RITOS INICIAIS
Estando tudo devidamente preparado, organiza-se a procissão através da igreja em direcção ao altar, na forma do costume. Um diácono leva o livro dos Evangelhos, que será utilizado na Missa e na Ordenação; a seguir vão outros diáconos, se estiverem presentes; depois os presbíteros concelebrantes e, depois deles, o eleito, entre os presbíteros que lhe assistem; a seguir os Bispos ordenantes; por fim o Bispo ordenante principal e um pouco atrás dele os seus dois diáconos assistentes. Ao chegarem ao altar, depois de fazerem a devida reverência, todos se dirigem para os seus respectivos lugares. Todavia, ter-se-á o cuidado de mostrar claramente a distinção entre Bispos e presbíteros, até pela disposição dos lugares.
ANTÍFONA DE ENTRADA
Se não há cântico de entrada, recita-se a antífona:
Louvai o Senhor, Povos de toda a Terra, Aclamai a Deus, com Brados de Alegria.
SAUDAÇÃO
Chegando ao altar, faz com os ministros uma profunda inclinação, beija o altar em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa a cruz e o altar. Depois se dirige com os ministros à cadeira.
Terminado o canto de entrada, o Bispo e os fiéis, todos de pé, fazem o sinal da cruz, enquanto o mesmo, voltado para o povo, diz:
Pres.: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
O povo responde:
Ass.: Amém.
Em seguida, o Bispo, abrindo os braços, saúda o povo, dizendo:
Pres.: A paz esteja convosco.
O povo responde:
Ass.: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.
O sacerdote, o diácono ou outro ministro poderá, com brevíssimas palavras, introduzir os fiéis na Missa do dia.
ATO PENITENCIAL
Pres.: Irmãos: Na celebração do dom do Espírito Santo e da escolha amorosa de Deus, em que somos chamados a participar do ministério de Cristo, invoquemos a graça do Pai sobre o eleito e sobre todos nós, para que, unidos a Ele, vivamos com fidelidade a missão de servir e anunciar o Evangelho.
Guardam-se alguns momentos de silêncio. Seguidamente, o Bispo introduz a confissão com estas palavras:
Pres.: Confessemos os nossos pecados.
Ass.: Confesso a Deus todo-poderoso e a vós, irmãos e irmãs, que pequei muitas vezes por pensamentos e palavras, atos e omissões,
e, batendo no peito, dizem:
por minha culpa, minha culpa, minha tão grande culpa.
Em seguida, continuam:
E peço à Virgem Maria, aos anjos e santos, e a vós, irmãos e irmãs, que rogueis por mim a Deus, nosso Senhor.
Segue-se a absolvição sacerdotal:
Pres.: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
O povo responde:
Ass.: Amém.
Seguem-se as invocações Senhor, tende piedade de nós (Kýrie eléison), caso já não tenham ocorrido no ato penitencial:
Pres.: Senhor, tende piedade de nós.
Ass.: Senhor, tende piedade de nós.
Pres.: Cristo, tende piedade de nós.
Ass.: Cristo, tende piedade de nós.
Pres.: Senhor, tende piedade de nós.
Ass.: Senhor, tende piedade de nós.
Segue-se, quando previsto, o hino, ou, então, a Oração Coleta.
HINO DE LOUVOR
Quando for prescrito, canta-se ou recita-se em seguida o hino:
Ass.: Glória a Deus nas alturas, e paz na terra aos homens por Ele amados. Senhor Deus, Rei dos Céus, Deus Pai Todo-Poderoso, nós Vos louvamos, nós Vos bendizemos, nós Vos adoramos, nós Vos glorificamos, nós Vos damos graças, por Vossa imensa glória. Senhor Jesus Cristo, Filho Unigênito, Senhor Deus, Cordeiro de Deus, Filho de Deus Pai: Vós que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós; Vós que tirais o pecado do mundo, acolhei a nossa súplica; Vós que estais à direita do Pai, tende piedade de nós. Só Vós sois o Santo; só Vós, o Senhor; só Vós, o Altíssimo, Jesus Cristo; com o Espírito Santo, na glória de Deus Pai. Amém.
Canta-se ou recita-se o hino nos domingos, exceto os do advento e da quaresma, nas solenidades e nas festas.
ORAÇÃO DO DIA
Terminado o hino, de mãos unidas, o Bispo diz:
Pres.: Oremos.
E todos oram com o Bispo, por algum tempo, em silêncio.
Então o Bispo, de braços abertos, profere a oração Coleta:
Deus, pastor eterno, que governais o vosso povo com providente solicitude e quisestes associar ao ministério episcopal o vosso servo presbítero Miguel Penelli, concedei que, pela santidade da sua vida, seja em toda a parte verdadeira testemunha de Cristo, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.
Ao terminar, o povo aclama:
Ass.: Amém.
LITURGIA DA PALAVRA
PRIMEIRA LEITURA
(Jr 23, 1-6)
O leitor dirige-se ao ambão para a primeira leitura, que todos ouvem sentados.
Leitor: Leitura do Livro de Jeremias
Diz o Senhor: «Ai dos pastores que perdem e dispersam as ovelhas do meu rebanho!». Por isso, assim fala o Senhor, Deus de Israel, aos pastores que apascentam o meu povo: «Dispersastes as minhas ovelhas e as escorraçastes, sem terdes cuidado delas. Vou ocupar-Me de vós e castigar-vos, pedir-vos contas das vossas más ações – oráculo do Senhor. Eu mesmo reunirei o resto das minhas ovelhas de todas as terras onde se dispersaram e as farei voltar às suas pastagens, para que cresçam e se multipliquem. Dar-lhes-ei pastores que as apascentem e não mais terão medo nem sobressalto; nem se perderá nenhuma delas – oráculo do Senhor. Dias virão, diz o Senhor, em que farei surgir para David um rebento justo. Será um verdadeiro rei e governará com sabedoria; há de exercer no país o direito e a justiça. Nos seus dias, Judá será salvo e Israel viverá em segurança. Este será o seu nome: ‘O Senhor é a nossa justiça’».
Para indicar o fim da leitura, o leitor aclama cantando:
Leitor: Palavra do Senhor.
Todos aclamam:
Ass.: Graças a Deus.
SALMO RESPONSORIAL
(Salmo 22)
O salmista ou o cantor canta ou recita o salmo, e o povo, o refrão.
R. O SENHOR É MEU PASTOR NADA ME FALTARÁ.
— O SENHOR É MEU PASTOR NADA ME FALTA; LEVA-ME A DESCANSAR EM VERDES PRADOS. CONDUZ-ME ÀS ÁGUAS REFRESCANTES E RECONFORTA A MINHA ALMA. R.
— O SENHOR É MEU PASTOR NADA ME FALTA; LEVA-ME A DESCANSAR EM VERDES PRADOS. CONDUZ-ME ÀS ÁGUAS REFRESCANTES E RECONFORTA A MINHA ALMA. R.
— ELE ME GUIA POR SENDAS DIREITAS POR AMOR DO SEU NOME; AINDA QUE TENHA DE ANDAR POR VALES TENEBROSOS. NÃO TEMEREI NENHUM MAL, PORQUE VÓS ESTAIS COMIGO; O VOSSO CAJADO E O VOSSO BÁCULO ME ENCHEM DE CONFIANÇA. R.
— PARA MIM PREPARAIS A MESA; À VISTA DOS MEUS ADVERSÁRIOS. COM ÓLEO ME PERFUMAIS A CABEÇA; E O MEU CÁLICE TRANSBORDA. R.
— A BONDADE E A GRAÇA HÃO DE ACOMPANHAR-ME; TODOS OS DIAS DA MINHA VIDA. E HABITAREI NA CASA DO SENHOR; PARA TODO O SEMPRE. R.
SEGUNDA LEITURA
(Ef 2, 13-18)
Se houver uma segunda leitura, o leitor a proclama do ambão, como descrito acima.
Leitor: Leitura da Epístola do apóstolo São Paulo aos Efésios
Irmãos: Foi em Cristo Jesus que vós, outrora longe de Deus, vos aproximastes d’Ele, graças ao sangue de Cristo. Cristo é, de facto, a nossa paz. Foi Ele que fez de judeus e gregos um só povo e derrubou o muro da inimizade que os separava, anulando, pela imolação do seu corpo, a Lei de Moisés com as suas prescrições e decretos. E assim, de uns e outros, Ele fez em Si próprio um só homem novo, estabelecendo a paz. Pela cruz reconciliou com Deus uns e outros, reunidos num só Corpo, levando em Si próprio a morte à inimizade. Cristo veio anunciar a boa nova da paz, paz para vós, que estáveis longe, e paz para aqueles que estavam perto. Por Ele, uns e outros podemos aproximar-nos do Pai, num só Espírito.
Para indicar o fim da leitura, o leitor aclama cantando:
Leitor: Palavra do Senhor.
Todos aclamam:
Ass.: Graças a Deus.
Segue-se o Aleluia ou outro canto estabelecido pelas rubricas, conforme o tempo litúrgico exige.
ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO
(Jo 10, 27)
Enquanto isso, o Bispo, quando se usa incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono, que vai proclamar o Evangelho, ajoelhando-se diante do Bispo, e pede a bênção em voz baixa:
Diác.: Dá-me a tua bênção.
O Bispo diz em voz baixa:
Pres.: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho ✠ e do Espírito Santo.
O diácono faz o sinal da cruz e responde:
Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio.
EVANGELHO
(Mc 6, 30-34)
O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e velas, e diz:
Diác. ou Sac.: O Senhor esteja convosco.
Diác. ou Sac.: O Senhor esteja convosco.
O povo responde:
Ass.: Ele está no meio de nós.
O diácono ou o sacerdote diz:
Diác. ou Sac.: Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo ✠ segundo São Lucas
e, enquanto isso, faz o sinal da cruz sobre o livro e, depois, sobre si mesmo, na fronte, na boca e no peito.
O povo aclama:
Ass.: Glória a vós, Senhor.
Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.
Diác. ou Sac.: NNaquele tempo, os Apóstolos voltaram para junto de Jesus e contaram-Lhe tudo o que tinham feito e ensinado. Então Jesus disse-lhes: «Vinde comigo para um lugar isolado e descansai um pouco». De facto, havia sempre tanta gente a chegar e a partir que eles nem tinham tempo de comer. Partiram, então, de barco para um lugar isolado, sem mais ninguém. Vendo-os afastar-se, muitos perceberam para onde iam; e, de todas as cidades, acorreram a pé para aquele lugar e chegaram lá primeiro que eles. Ao desembarcar, Jesus viu uma grande multidão e compadeceu-Se de toda aquela gente, porque eram como ovelhas sem pastor. E começou a ensinar-lhes muitas coisas.Terminado o Evangelho, o diácono ou o sacerdote aclama:
Diác. ou Sac.: Palavra da Salvação.
O povo aclama:
Ass.: Glória a vós, Senhor.
Depois beija o livro, rezando em silêncio.
Após a leitura do Evangelho, o Diácono, com reverência, põe o livro dos Evangelho novamente sobre o altar, onde permanece até o momento de ser posto sobre a cabeça do Ordinando.
SÚPLICA AO ESPÍRITO SANTO
Começa então a Ordenação de Bispo. Estando todos de pé, e sem mitra, segundo alguma das fórmulas abaixo, canta-se o Veni Creator Spiritus (Oh, vinde, Espírito Criador).
VENI CREATOR SPIRITUS,
MENTES TUORUM VISITA,
IMPLE SUPERNA GRATIA,
QUAE TU CREASTI, PECTORA.
QUI DICERIS PARACLITUS,
ALTISSIMI DONUM DEI,
FONS VIVUS, IGNIS, CARITAS,
ET SPIRITALIS UNCTIO.
TU SEPTIFORMIS MUNERE,
DIGITUS PATERNAE DEXTERAE,
TU RITE PROMISSUM PATRIS,
SERMONE DITANS GUTTURA.
ACCENDE LUMEN SENSIBUS,
INFUNDE AMOREM CORDIBUS,
INFIRMA NOSTRI CORPORIS,
VIRTUTE FIRMANS PERPETI.
HOSTEM REPELLAS LONGIUS,
PACEMQUE DONES PROTINUS;
DUCTORE SIC TE PRAEVIO,
VITEMUS OMNE NOXIUM.
PER TE SCIAMUS DA PATREM
NOSCAMUS ATQUE FILIUM;
TEQUE UTRIUSQUE SPIRITUM
CREDAMUS OMNI TEMPORE.
DEO PATRI SIT GLORIA,
ET FILIO, QUI A MORTUIS
SURREXIT, AC PARACLITO
IN SAECULORUM SAECULA.
AMEN.
Em seguida, o bispo ordenante principal e os outros Bispos ordenantes, se for preciso, aproximam-se das cadeiras, preparadas para a Ordenação. Todos se assentam.
HOMILIA
Em seguida, faz-se a homilia, que compete ao sacerdote ou diácono; ela é obrigatória em todos domingos e festas de preceito e recomendada também nos outros dias.
PROPÓSITO DO ELEITO
Pres: Prescreve a antiga regra dos Santos Padres que, na presença do povo, se interrogue aquele que vai ser ordenado Bispo, sobre o seu propósito de guardar a fé e de exercer o ministério.
Portanto, caríssimo irmão, queres consagrar-te, até à morte, ao ministério episcopal que herdámos dos Apóstolos, e que, pela imposição das nossas mãos, te vai ser transmitido com a graça do Espírito Santo?
Pres: Queres anunciar o Evangelho de Cristo com fidelidade e constância?
Pres: Queres guardar íntegro e puro o depósito da fé, tal como foi recebido dos Apóstolos e conservado na Igreja sempre e em toda a parte?
Pres: Queres edificar o Corpo de Cristo, que é a Igreja, e permanecer na sua unidade com a Ordem dos Bispos, sob a autoridade do sucessor do Apóstolo São Pedro?
Pres: Queres prestar obediência fiel ao sucessor do Apóstolo São Pedro?
Eleitos: Sim, quero.Eleitos: Sim, quero.
Eleitos: Sim, quero.
Eleitos: Sim, quero.
Eleitos: Sim, quero.
Pres: Queres, com amor de pai, ajudado pelos teus presbíteros e diáconos, cuidar do povo de Deus e dirigi-lo pelo caminho da salvação?
Eleitos: Sim, quero.
Pres: Queres ser, pelo nome do Senhor, bondoso e compassivo com os pobres, os deslocados, e todos os que precisam?
Eleitos: Sim, quero.
Pres: Queres, como o Bom Pastor, procurar as ovelhas dispersas e conduzi-las ao redil do Senhor?
Eleitos: Sim, quero.
Pres: Queres perseverar na oração a Deus Pai todo-poderoso em favor do povo santo e exercer o sumo sacerdócio com toda a fidelidade?
Eleitos: Sim, quero com a graça de Deus.
LADAINHA DE TODOS OS SANTOS
Pres: Oremos, irmãos caríssimos, para que a bondade de Deus omnipotente, providenciando ao bem da sua Igreja, conceda a este Eleito a abundância da sua graça.
O Eleito se prostra e canta-se a ladainha, à qual TODOS respondem; nos domingos e no Tempo Pascal, todos permanecem de pé, nos outros dias, todos permanecem de joelhos. Neste caso, o Diácono diz:
℣.: Ajoelhemo-nos.
E todos se ajoelham.
Segue-se a fórmula abaixo da ladainha adaptada:
— KYRIE, ELEISON
Ass: KYRIE, ELEISON.
— CHRISTE, ELEISON
Ass: CHRISTE, ELEISON.
— KYRIE, ELEISON
Ass: KYRIE, ELEISON.
— SANTA MARIA, MÃE DE DEUS.
Ass: ROGAI POR NÓS.
— SÃO MIGUEL E SANTOS ANJOS.
Ass: ROGAI POR NÓS.
— SÃO JOÃO BATISTA E SÃO JOSÉ.
Ass: ROGAI POR NÓS.
— SÃO PEDRO E SÃO PAULO.
Ass: ROGAI POR NÓS.
— SANTO ANDRÉ E SÃO TIAGO MENOR.
Ass: ROGAI POR NÓS.
— SÃO JOÃO E SÃO TOMÉ.
Ass: ROGAI POR NÓS.
— SÃO TIAGO MAIOR E SÃO FILIPE.
Ass: ROGAI POR NÓS.
— SÃO BARTOLOMEU E SÃO MATEUS.
Ass: ROGAI POR NÓS.
— SÃO SIMÃO E SÃO TADEU.
Ass: ROGAI POR NÓS.
— SÃO MATIAS E SANTA MARIA MADALENA.
Ass: ROGAI POR NÓS.
— SANTO ESTEVÃO E SANTO INÁCIO DE ANTIOQUIA.
Ass: ROGAI POR NÓS.
— SÃO LOURENÇO E SANTA INÊS.
Ass: ROGAI POR NÓS.
— SANTA PERPETUA E SANTA FELICIDADE.
Ass: ROGAI POR NÓS.
— SÃO GREGÓRIO E SANTO ATANÁSIO.
Ass: ROGAI POR NÓS.
— SANTO AGOSTINHO E SÃO BENTO.
Ass: ROGAI POR NÓS.
— SÃO BASÍLIO E SÃO MARTINHO.
Ass: ROGAI POR NÓS.
— SÃO FRANCISCO E SÃO DOMINGOS.
Ass: ROGAI POR NÓS.
— SÃO FRANCISCO XAVIER E SÃO JOÃO MARIA VIANNEY.
Ass: ROGAI POR NÓS.
— SANTA CATARINA DE SENA E SANTA TERESA DE JESUS.
Ass: ROGAI POR NÓS.
— TODOS OS SANTOS E SANTAS DE DEUS.
Ass: ROGAI POR NÓS.
— SEDE-NOS PROPÍCIO.
Ass: OUVI-NOS, SENHOR.
— PARA QUE NOS LIVREIS DE TODO MAL, DE TODO PECADO E DA MORTE ETERNA.
Ass: OUVI-NOS, SENHOR.
— PELA VOSSA ENCARNAÇÃO, MORTE E RESSURREIÇÃO.
Ass: OUVI-NOS, SENHOR.
— PELA EFUSÃO DO ESPÍRITO SANTO.
Ass: OUVI-NOS, SENHOR.
— APESAR DE NOSSOS PECADOS.
Ass: OUVI-NOS, SENHOR.
— PARA QUE VOS DIGNEIS CONDUZIR E PROTEGER A VOSSA IGREJA.
Ass: OUVI-NOS, SENHOR.
— PARA QUE VOS DIGNEIS CONSERVAR NO VOSSO SANTO SERVIÇO, O PAPA, OS BISPOS E TODO O CLERO.
Ass: OUVI-NOS, SENHOR.
— PARA QUE VOS DIGNEIS ABENÇOAR SANTIFICAR E CONSAGRAR ESTES ELEITOS.
Ass: OUVI-NOS, SENHOR.
— PARA QUE VOS DIGNEIS CONCEDER A TODOS OS POVOS A PAZ E A VERDADEIRA CONCÓRDIA.
Ass: OUVI-NOS, SENHOR.
— PARA QUE VOS DIGNEIS MANIFESTAR A VOSSA MISERICÓRDIA A TODOS QUE SOFREM TRIBULAÇÕES.
Ass: OUVI-NOS, SENHOR.
PARA QUE VOS DIGNEIS CONSERVAR-NOS E CONFORTAR-NOS NO VOSSO SANTO SERVIÇO.
Ass: OUVI-NOS, SENHOR.
— JESUS, FILHO DO DEUS VIVO.
Ass: OUVI-NOS, SENHOR.
— CRISTO, OUVI-NOS.
Ass: CRISTO, OUVI-NOS.
— CRISTO, ATENDEI-NOS.
Ass: CRISTO, ATENDEI-NOS.
Terminada a ladainha, só o Bispo se levanta e diz, de mãos estendidas:
Pres: Senhor nosso Deus, ouvi as nossas preces: derramai sobre este vosso servo a abundância da graça sacerdotal e fazei descer sobre ele o poder da vossa bênção. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.
Ass: Amém.
Se estiverem ajoelhados, o diácono diz:
℣.: Levantai-vos.
E todos se levantam.
IMPOSIÇÃO DAS MÃOS E PRECE DE ORDENAÇÃO
O eleito levanta-se, aproxima-se do Bispo ordenante principal que está de pé, diante da sede, com a mitra, e ajoelha diante dele.
O Bispo ordenante principal impõe as mãos sobre a cabeça do eleito, sem dizer nada. Seguidamente, todos os Bispos se aproximam um por um, e impõem as mãos ao eleito, sem dizer nada. Terminada a imposição das mãos, os Bispos ficam junto do Bispo ordenante principal até ao fim da Oração de Ordenação, mas de modo que a acção litúrgica possa ser facilmente vista pelos fiéis.
Então o Bispo ordenante principal recebe o livro dos Evangelhos de um dos diáconos e coloca-o aberto sobre a cabeça do eleito; dois diáconos, de pé, um à direita e outro à esquerda do eleito, sustentam o livro dos Evangelhos sobre a cabeça do eleito até ao fim da Oração de Ordenação.
Em seguida, o Bispo ordenante principal recebe do diácono o evangeliário e o coloca aberto sobre a cabeça do eleito; dois diáconos, ou dois presbíteros, de pé, um à direita e outro à esquerda dos eleitos, seguram o evangeliário sobre a cabeça dele até o fim da Prece de Ordenação.
O Bispo ordenante principal, sem mitra, tendo a seu lado os outros Bispos ordenantes, também sem mitra, e diante de si o eleito, de joelhos, profere, de braços abertos, a Oração de Ordenação:
Pres: Senhor Deus, Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, Pai de infinita misericórdia e Deus de toda a consolação: Vós habitais nos céus e olhais para os humildes, Vós conheceis todas as coisas ainda antes de existirem. Por vossa palavra e vosso dom, instituistes a Igreja com suas normas fundamentais, eternamente predestinastes a geração dos justos que havia de nascer de Abraão, estabelecestes príncipes e sacerdotes, e não deixastes sem ministério o vosso santuário, e, desde o princípio do mundo, Vos apraz ser glorificado por aqueles que Vós mesmo escolheis.
A parte da oração que se segue é proferida por todos os Bispos ordenantes, de mãos juntas, em voz baixa, para se ouvir claramente a voz do Bispo ordenante principal:
Enviai agora sobre este eleito a força que de Vós procede, o Espírito soberano, que destes ao vosso amado Filho Jesus Cristo, e Ele transmitiu aos santos Apóstolos, que fundaram a Igreja por toda a parte, como vosso templo, para glória e perene louvor do vosso nome.
Continua só o Bispo ordenante principal:
Pres: Pai santo, que conheceis os corações, dai a este vosso servo, por Vós eleito para o Episcopado, que apascente o vosso povo santo, exerça de modo irrepreensível diante de Vós o sumo sacerdócio, servindo-Vos noite e dia, e para todos continuamente alcance misericórdia e Vos ofereça os dons da vossa Igreja santa. Concedei que, pela virtude do Espírito do sumo sacerdócio, ele tenha o poder de perdoar os pecados segundo o vosso mandato, distribua os ministérios conforme o vosso desígnio, e absolva de todo o vínculo segundo o poder que destes aos santos Apóstolos. Ele Vos seja agradável, Senhor, pela mansidão e pureza de coração, oferecendo-Vos a sua vida em sacrifício por vosso Filho Jesus Cristo, por Quem Vos é dada a honra, o poder e a glória com o Espírito Santo, na santa Igreja, agora e pelos séculos dos séculos.
Ass: Amém.
Terminada a Oração de Ordenação, os diáconos retiram o livro dos Evangelhos, que sustentavam sobre a cabeça do Ordenado, e um deles segura-o até ser entregue ao Ordenado. Todos se sentam. O Bispo ordenante principal e os outros Bispos ordenantes põem a mitra.
UNÇÃO DA CABEÇA
E ENTREGA DO LIVRO DOS EVANGELHOS E DAS INSÍGNIAS
O Bispo ordenante principal põe o gremial de linho, recebe de um dos diáconos a âmbula do santo crisma e unge a cabeça do Ordenado, ajoelhado diante de si, dizendo:
Pres: Deus, que te fez participante do sumo sacerdócio de Cristo, derrame sobre ti o bálsamo da unção espiritual, e te faça abundar em frutos de bênção.
A seguir o Bispo ordenante principal lava as mãos.
O Bispo ordenante principal recebe do diácono o livro dos Evangelhos e entrega-o ao Ordenado, dizendo:
Pres: Recebe o Evangelho, e anuncia a palavra de Deus com toda a paciência e doutrina.
Depois o diácono retoma o livro dos Evangelhos e coloca-o no seu lugar.
O Bispo ordenante principal mete o anel no dedo anular da mão direita do Ordenado, dizendo:
Pres: Recebe este anel, sinal de fidelidade; sê fiel à Igreja e guarda-a como esposa santa de Deus.
A seguir o Bispo ordenante principal impõe a mitra ao Ordenado, dizendo:
Pres: Recebe a mitra, e brilhe em ti o esplendor da santidade, para que, ao aparecer o príncipe dos pastores, mereças receber a coroa imperecível da glória.
Finalmente, entrega ao Ordenado o báculo pastoral, dizendo:
Pres: Recebe o báculo, símbolo do múnus de pastor, e cuida de todo o rebanho no qual o Espírito Santo te constituiu como Bispo, para regeres a Igreja de Deus.
Todos se levantam. Se a Ordenação tiver sido feita na Igreja própria do Ordenado, o Bispo ordenante principal convida-o a sentar-se na cátedra, e o próprio Bispo ordenante principal senta-se à direita do Ordenado. Mas se o Bispo for ordenado fora da Igreja própria, o Bispo ordenante principal convida-o a sentar-se no primeiro lugar entre os Bispos concelebrantes.
Por fim, o Ordenado depõe o báculo, levanta-se e recebe do Bispo ordenante principal e de todos os outros Bispos o ósculo da paz.
ACOLHIDA
Entretanto, até ao fim deste rito pode cantar-se a antífona: Ide por todo o mundo, (aleluia), ensinai todas as gentes, (aleluia).
PROFISSÃO DE FÉ
A missa prossegue na forma do costume. Diz-se o Símbolo, segundo as rubricas; omite-se a Oração Universal.
Creio em um só Deus, Pai todo-poderoso, Criador do céu e da terra, de todas as coisas visíveis e invisíveis. Creio em um só Senhor, Jesus Cristo, Filho unigénito de Deus, nascido do Pai antes de todos os séculos: Deus de Deus, luz da luz, Deus verdadeiro de Deus verdadeiro; gerado, não criado, consubstancial ao Pai. Por Ele todas as coisas foram feitas. E por nós, homens, e para nossa salvação desceu dos céus.
Todos se inclinam às palavras: E encarnou ... e Se fez homem.
E encarnou pelo Espírito Santo, no seio da Virgem Maria, e Se fez homem. Também por nós foi crucificado sob Pôncio Pilatos; padeceu e foi sepultado. Ressuscitou ao terceiro dia, conforme as Escrituras; e subiu aos céus, onde está sentado à direita do Pai. De novo há de vir em sua glória, para julgar os vivos e os mortos; e o seu reino não terá fim. Creio no Espírito Santo, Senhor que dá a vida, e procede do Pai e do Filho; e com o Pai e o Filho é adorado e glorificado: Ele que falou pelos profetas. Creio na Igreja una, santa, católica e apostólica. Professo um só batismo para remissão dos pecados. E espero a ressurreição dos mortos, e a vida do mundo que há de vir. Amen.
LITURGIA EUCARÍSTICA
OFERTÓRIO
Inicia-se o canto da preparação das oferendas, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice, a pala e o Missal.
O Bispo, junto do altar, toma a patena com o pão e, elevando-a com ambas as mãos um pouco acima do altar.
O diácono ou o sacerdote deita vinho e um pouco de água no cálice rezando em silêncio.
Em seguida, o Bispo toma o cálice e, elevando-o com ambas as mãos um pouco acima do altar. A seguir, o Bispo inclina-se e reza em silêncio.
Depois, usando-se o incenso, incensa as oblatas, a cruz e o altar. A seguir, o diácono ou outro ministro incensa o Bispo e o povo.
Em seguida, o sacerdote, estando ao lado do altar, lava as mãos, rezando em silêncio.
CONVITE À ORAÇÃO
Depois, estando ao meio do altar e, voltado para o povo, abrindo e juntando as mãos, diz:
Pres.: Orai, irmãos, para que as nossas alegrias e tristezas de cada dia, unidas ao sacrifício de Cristo, sejam aceites por Deus Pai todo-poderoso.
Ass.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a sua santa Igreja.
ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS
Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote profere a oração sobre as oferendas.
Pres.: Aceitai benignamente, Senhor, os dons que Vos apresentamos pelo vosso servo, o Bispo José Leandro, que constituistes pastor da Igreja; enriquecei-o com as virtudes apostólicas, para que dirija o vosso povo no caminho da salvação. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.
ao terminar, o povo aclama:
Ass.: Amém.
PREFÁCIO: O SACERDÓCIO DE CRISTO E O MINISTÉRIO DOS SACERDOTES
Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz ou canta:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
Ass.: Ele está no meio de nós.
Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
Pres.: Corações ao alto.
Ass.: O nosso coração está em Deus.
O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Pres.: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
Ass.: É nosso dever e nossa salvação.
O sacerdote, de braços abertos, continua o prefácio.
Pres.: Senhor, Pai santo, Deus eterno e omnipotente, é verdadeiramente nosso dever, é nossa salvação dar-Vos graças, sempre e em toda parte. Pela unção do Espírito Santo, constituístes o vosso Filho Unigénito pontífice da nova e eterna aliança, e no vosso amor infinito quisestes perpetuar na Igreja o seu único sacerdócio. Ele não só revestiu do sacerdócio real todo o seu povo santo, mas também, de entre os seus irmãos, escolheu homens que, mediante a imposição das mãos, participam do seu ministério sagrado. Eles renovam em seu nome o sacrifício da redenção humana, preparando para os vossos filhos o banquete pascal; dirigem com amor fraterno o vosso povo santo, alimentam-no com a palavra e fortalecem-no com os sacramentos; Como verdadeiras testemunhas da fé e da caridade, comprometem-se generosamente a cumprir a sua missão, prontos, como Cristo, a dar a vida por Vós e pelos homens seus irmãos.
Por isso, com todos os Anjos e Santos, proclamamos a vossa glória, cantando com alegria:
SANTO
Ass.: Santo, Santo, Santo, Senhor, Deus do universo! O céu e a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!
ORAÇÃO EUCARÍSTICA I
O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Pai de misericórdia, a quem sobem nossos louvores, suplicantes, vos rogamos e pedimos por Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso,
une as mãos e traça o sinal da cruz, ao mesmo tempo sobre o pão e o cálice, dizendo:
que aceiteis e abençoeis ✠ estes dons, estas oferendas, este sacrifício puro e santo,
de braços abertos, prossegue:
que oferecemos, antes de tudo, pela vossa Igreja santa e católica: concedei-lhe paz e proteção, unindo-a num só corpo e governando-a por toda a terra, em comunhão comigo vosso servo, o nosso Bispo Miguel Penelli que hoje recebeu o ministério episcopal e todos os que guardam a fé católica que receberam dos Apóstolos.
Memento dos vivos
1C: Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos e filhas N. N.
une as mãos e reza em silêncio por aqueles que quer recordar.
De braços abertos, prossegue:
e de todos os que circundam este altar, dos quais conheceis a fé e a dedicação ao vosso serviço. Por eles nós vos oferecemos e também eles vos oferecem este sacrifício de louvor por si e por todos os seus, e elevam a vós as suas preces, Deus eterno, vivo e verdadeiro, para alcançar o perdão de suas faltas, a segurança em suas vidas e a salvação que esperam.
"Infra actionem"
2C: Em comunhão com toda a Igreja, celebramos o dia santo em que nosso Senhor Jesus Cristo foi entregue por nós. Celebramos em primeiro lugar a memória da Mãe de nosso Deus e Senhor Jesus Cristo, a gloriosa sempre Virgem Maria, a de seu esposo São José, e também a dos Santos Apóstolos e Mártires: Pedro e Paulo, André, (Tiago e João, Tomé, Tiago e Filipe, Bartolomeu e Mateus, Simão e Tadeu, Lino, Cleto, Clemente, Sisto, Cornélio e Cipriano, Lourenço e Crisógono, João e Paulo, Cosme e Damião) e a de todos os vossos Santos. Por seus méritos e preces concedei-nos sem cessar a vossa proteção. (Por Cristo, nosso Senhor. Amém.)
O sacerdote, com os braços abertos, continua:
Pres.: Aceitai, ó Pai, com bondade, a oblação dos vossos servos e de toda a vossa família; em memória do dia em que nosso Senhor Jesus Cristo entregou aos seus discípulos o mistério do seu Corpo e do seu Sangue, para que o celebrassem. Dai-nos sempre a vossa paz, livrai-nos da condenação eterna e acolhei-nos entre os vossos eleitos.
Une as mãos.
(Por Cristo, nosso Senhor. Amém).
Estendendo as mãos sobre as oferendas, diz:
Pres.: Dignai-vos, ó Pai, aceitar, abençoar e santificar estas oferendas; recebei-as como sacrifício espiritual perfeito, a fim de que se tornem para nós o Corpo e o Sangue de vosso amado Filho, nosso Senhor Jesus Cristo.
O relato da instituição da Eucaristia seja proferido de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Hoje, na véspera de sua paixão, que haveria de sofrer pela salvação nossa e de todos,
toma o pão e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
ele tomou o pão em suas santas e veneráveis mãos,
eleva os olhos,
elevou os olhos ao céu, a vós, ó Pai todo-poderoso, pronunciou a bênção de ação de graças, partiu o pão e o deu a seus discípulos.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena e genuflete em adoração.
Então prossegue:
Do mesmo modo, no fim da ceia,
toma o cálice nas mãos e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
ele tomou este precioso cálice em suas santas e veneráveis mãos, pronunciou novamente a bênção de ação de graças e o deu a seus discípulos.
Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e genuflete em adoração.
Em seguida, diz:
Pres.: Mistério da fé para a salvação do mundo!
A assembleia aclama:
Salvador do mundo, salvai-nos, vós que nos libertastes pela cruz e ressurreição.
O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Celebrando, pois, a memória da bem-aventurada paixão do vosso Filho, da sua ressurreição dentre os mortos e gloriosa ascensão aos céus, nós, vossos servos, e também vosso povo santo, vos oferecemos, ó Pai, dentre os bens que nos destes, o sacrifício puro, santo e imaculado, Pão santo da vida eterna e Cálice da perpétua salvação. Recebei, ó Pai, com olhar benigno, esta oferta, como recebestes os dons do justo Abel, o sacrifício de nosso patriarca Abraão e a oblação pura e santa do sumo sacerdote Melquisedeque.
Une as mãos e, inclinando-se, diz:
Pres.: Suplicantes, vos pedimos, ó Deus onipotente, que esta nossa oferenda seja levada à vossa presença, no altar do céu, pelas mãos do vosso santo Anjo, para que todos nós, participando deste altar pela comunhão do santíssimo Corpo e Sangue do vosso Filho,
ergue-se e faz sobre si o sinal da cruz, dizendo:
sejamos repletos de todas as graças e bênçãos do céu.
Une as mãos.
(Por Cristo, nosso Senhor. Amém).
Memento dos mortos.
De braços abertos, diz:
3C: Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos e filhas N. N. que nos precederam com o sinal da fé e dormem o sono da paz.
Une as mãos e, em silêncio, reza brevemente pelos defuntos que deseja recordar.
De braços abertos, prossegue:
A eles, e a todos os que descansam no Cristo, concedei o repouso, a luz e a paz.
Une as mãos.
(Por Cristo, nosso Senhor. Amém).
Bate no peito, dizendo:
4C: E a todos nós pecadores,
e, de braços abertos, prossegue:
que esperamos na vossa infinita misericórdia, concedei, não por nossos méritos, mas por vossa bondade, o convívio dos Apóstolos e Mártires: João Batista e Estêvão, Matias e Barnabé, (Inácio, Alexandre, Marcelino e Pedro, Felicidade e Perpétua, Águeda e Luzia, Inês, Cecília, Anastácia) e de todos os vossos Santos.
Une as mãos.
Por Cristo, nosso Senhor.
E prossegue:
Por ele não cessais de criar, santificar, vivificar, abençoar estes bens e distribuí-los entre nós.
DOXOLOGIA
Ergue a patena com a hóstia e o cálice, dizendo:
Pres.: POR CIRSTO, COM CRISTO, E EM CRISTO, A VÓS, DEUS PAI TODO-PODEROSO, NA UNIDADE DO ESPÍRITO SANTO, TODA HONRA E TODA GLÓRIA, POR TODOS OS SÉCULOS DOS SÉCULOS
A assembleia aclama:
℟.: AMÉM-AMÉM-AMÉM!
ORAÇÃO DO SENHOR
Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o Bispo diz unindo as mãos:
Pres.: Guiados pelo Espírito Santo, que ora em nós e por nós, elevemos as mãos ao Pai e rezemos juntos a oração que o próprio Jesus nos ensinou:
O Bispo abre os braços e prossegue com o povo:
Ass.: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos daí hoje, perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.
Pres.: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto aguardamos a feliz esperança e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.
O Bispo une as mãos. O povo conclui a oração aclamando:
Ass.: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!Pres.: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O Bispo une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.
Ass.: Amém.
Pres.: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
Ass.: O amor de Cristo nos uniu.
SAUDAÇÃO DA PAZ
Em seguida, se for oportuno, o diácono ou o sacerdote acrescenta estas palavras ou outras semelhantes:
Diác.: Em Jesus, que nos tornou todos irmãos e irmãs com sua cruz, saudai-vos com um sinal de reconciliação e de paz.
E todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz e a caridade; o Bispo saúda o diácono ou o ministro.
FRAÇÃO DO PÃO
Em seguida, o Bispo parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio.
Enquanto isso, canta-se:
CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
TENDE PIEDADE DE NÓS!
CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
TENDE PIEDADE DE NÓS!
CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
DAI-NOS A PAZ!
O Bispo, de mãos unidas, reza em silêncio.
O Bispo faz genuflexão, toma a hóstia, elevando-a sobre a patena, diz em voz alta, voltado para o povo:
Pres.: Eu sou o pão vivo, que desceu do céu: se alguém come deste Pão viverá eternamente. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
Ass.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.
O Bispo, voltado para o altar, reza em silêncio e comunga o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice, reza em silêncio e comunga o Sangue de Cristo.
Toma a patena ou o cibório e, mostrando a hóstia um pouco elevada aos que vão comungar e diz a cada um:
O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
Amém.
Enquanto o Bispo comunga do Corpo de Cristo, inicia-se o canto da comunhão.
COMUNHÃO
Terminada a comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice. Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio.
O Bispo pode voltar a cadeira. É aconselhável guardar um momento de silêncio ou recitar algum salmo ou canto de louvor.
ORAÇÃO DEPOIS DA COMUNHÃO
O sacerdote abrindo os braços diz a oração:
Por este sacrifício, Senhor, multiplicai no Bispo Miguel Penelli os dons da vossa graça, para que exerça dignamente o ministério pastoral e receba a recompensa eterna pela fidelidade ao vosso serviço. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.
Ass.: Amém.
TE DEUM
A VÓS, Ó DEUS, LOUVAMOS E POR SENHOR NOSSO VOS CONFESSAMOS.
A VÓS, Ó ETERNO PAI, REVERENCIA E ADORA TODA A TERRA.
A VÓS, TODOS OS ANJOS, A VÓS, OS CÉUS E TODAS AS POTESTADES;
A VÓS, OS QUERUBINS E SERAFINS COM INCESSANTES VOZES PROCLAMAM:
SANTO, SANTO, SANTO É O SENHOR DEUS DOS EXÉRCITOS!
OS CÉUS E A TERRA ESTÃO CHEIOS DA VOSSA GLÓRIA E MAJESTADE.
A VÓS, O GLORIOSO CORO DOS APÓSTOLOS,
A VÓS, A RESPEITÁVEL ASSEMBLEIA DOS PROFETAS,
A VÓS, O BRILHANTE EXÉRCITO DOS MÁRTIRES ENGRANDECE COM LOUVORES!
A VÓS, ETERNO PAI, DEUS DE IMENSA MAJESTADE,
AO VOSSO VERDADEIRO E ÚNICO FILHO, DIGNO OBJECTO DAS NOSSA A ADORAÇÕES,
DO MESMO MODO AO ESPÍRITO SANTO, NOSSO CONSOLADOR E ADVOGADO.
VÓS SOIS O REI DA GLÓRIA, Ó MEU SENHOR JESUS CRISTO!
VÓS SOIS FILHO SEMPITERNO DO VOSSO PAI OMNIPOTENTE!
VÓS, PARA VOS UNIRDES AO HOMEM E O RESGATARDES
NÃO VOS DIGNASTES DE ENTRAR NO CASTO SEIO DUMA VIRGEM!
VÓS, VENCEDOR DO ESTÍMULO DA MORTE,
ABRISTES AOS FIÉIS O REINO DOS CÉUS,
VÓS ESTAIS SENTADO À DIREITA DE DEUS,
NO GLORIOSO TRONO DO VOSSO PAI!
NÓS CREMOS E CONFESSAMOS FIRMEMENTE
QUE DE LÁ HAVEIS DE VIR A JULGAR NO FIM DO MUNDO.
A VÓS PORTANTO ROGAMOS QUE SOCORRAIS OS VOSSOS SERVOS
A QUEM REMISTES COM O VOSSO PRECIOSÍSSIMO SANGUE.
FAZEI QUE SEJAMOS CONTADOS NA ETERNA GLÓRIA,
ENTRE O NÚMERO DOS VOSSOS SANTOS.
SALVAI, SENHOR, O VOSSO POVO E ABENÇOAI A VOSSA HERANÇA,
E REGEI-OS E EXALTAI-OS ETERNAMENTE PARA MAIOR GLÓRIA VOSSA.
TODOS OS DIAS VOS BENDIZEMOS
E ESPERAMOS GLORIFICAR O VOSSO NOME AGORA E POR TODOS OS SÉCULOS.
DIGNAI-VOS, SENHOR, CONSERVAR-NOS NESTE DIA E SEMPRE SEM PECADO.
TENDE COMPAIXÃO DE NÓS, SENHOR,
COMPADECEI-VOS DE NÓS, MISERÁVEIS.
DERRAMAI SOBRE NÓS, SENHOR, A VOSSA MISERICÓRDIA,
POIS EM VÓS COLOCAMOS TODA A NOSSA ESPERANÇA.
EM VÓS, SENHOR, ESPEREI, NÃO SEREI CONFUNDIDO.
ALOCUÇÃO AO POVO
Após o hino, o Ordenado permanece de pé junto ao altar, de mitra e báculo. Antes da bênção, ele pode dirigir uma alocução ao povo.
BÊNÇÃO FINAL
(Orações sobre o povo)
Segue-se o rito de despedida. O presidente, abrindo os braços, saúda o povo:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
O povo responde:
℟.: Ele está no meio de nós.
O povo responde:
℟.: Ele está no meio de nós.
Se o Ordenante principal der a bênção, de mãos estendidas sobre os Ordenados e o povo, diz:
Pres.: Que Deus te abençoe e te guarde, e assim como te fez pontífice de seu povo, conceda-te ser feliz nesta vida e participar da eterna felicidade.
O povo responde:
℟.: Amém.
℟.: Amém.
Pres.: Conceda-te o Senhor governar, com êxito, por muitos anos, com sua graça e tua solicitude, o clero e o povo que ele reuniu.
O povo responde:
℟.: Amém.
℟.: Amém.
Pres.: Obedecendo aos preceitos divinos, livres de toda adversidade, e enriquecidos de todos os bens, e seguindo a tua orientação, gozem de paz neste mundo e mereçam reunir-se contigo na comunidade dos santos.
O povo responde:
℟.: Amém.
℟.: Amém.
E abençoa todo o povo, acrescentando::
Pres.: E a todos vós, aqui reunidos, abençoe-vos Deus todo-poderoso, Pai ✠ e Filho ✠ e Espírito ✠ Santo.
O povo responde:℟.: Amém.
Depois, o diácono ou o próprio presidente diz ao povo, unindo as mãos:
Diác. ou Pres.: Glorificai o Senhor com a vossa vida; ide em paz e que o Senhor vos acompanhe.
Ass.: Graças a Deus!
Então o Bispo beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita a devida reverência, retira-se com os ministros